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Desafios para garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil

  • Foto do escritor: Mire na Redação
    Mire na Redação
  • 13 de mar. de 2021
  • 3 min de leitura

Atualizado: 18 de abr. de 2021

Eixos temáticos: direitos humanos, igualdade, educação, trabalho.


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Na nossa aula 4, conversamos um pouquinho sobre interdisciplinaridade e o tema sobre desigualdade salarial foi discutido. Vamos pensar em algumas possibilidades novamente?


Primeiro, que tal escutar uma música (maravilhosa) de uma DIVA brasileira. Se você ainda não conhecia a IZA, eu estou lhe apresentando aqui. E você será mais feliz depois de conhecê-la!




Vamos ao planejamento? Primeiro, a realidade...

O que está previsto na lei quando o tema é igualdade salarial entre homens e mulheres?

1. Consolidação das Leis do Trabalho, CLT.

Artigo 461: "Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade.”


2. Constituição da República Federativa do Brasil (CF), 1988.

Artigo 7º: "Proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil."



Miri, mas se é lei, então está dando tudo certo, né?

(Não, infelizmente não!)


Com a palavra, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)


Diferença cai em sete anos, mas mulheres ainda ganham 20,5% menos que homens.

Mesmo com uma leve queda na desigualdade salarial entre 2012 e 2018, as mulheres ainda ganham, em média, 20,5% menos que os homens no país, de acordo com um estudo especial feito pelo IBGE para o Dia Internacional da Mulher, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

Os dados, relativos ao quarto trimestre de 2018, consideraram apenas pessoas entre 25 e 49 anos, e mostram que a disparidade entre os rendimentos médios mensais de homens (R$ 2.579) e mulheres (R$ 2.050) ainda é de R$ 529. A menor diferença foi de R$ 471,10 em 2016, quando as mulheres ganhavam 19,2% menos.


Quer saber mais? Clique na imagem acima!

[FONTE: https://censo2020.ibge.gov.br/, acesso em agosto de 2020]


Ai, Miri, mas como isso foi acontecer? Assista ao vídeo abaixo e analise cada informação:




Principais DESAFIOS a serem analisados:

1. ineficácia das legislações trabalhistas;

2. falta de fiscalização nas empresas que não respeitam a lei;

3. manutenção de uma sociedade baseada em conceitos patriarcais;

4. preconceito sofrido pelas mulheres.


MIRI, quais agentes são responsáveis por resolver tanta polêmica?


1. Governo;

2. Escola;

3. Mídia.


MIRI, quais interdisciplinaridades posso usar?


Prepare-se: muita coisa pela frente!

Primeiro: música!

1. "If I were a boy", de Beyoncé, 2008.



"Se eu fosse um garoto." É interessante pensar nessa possibilidade, afinal, motiva inúmeras reflexões. A música evidencia que meninos não são julgados por determinados comportamentos, já as meninas sim. Será que isso gera consequências para a sociedade? Será que isso afeta a construção do sentimento de segurança e de empoderamento das meninas? Você vai pensar nisso, tá bom?


Agora, um exemplo brasileiro, prepare-se...

2. Triste, Louca ou Má, de Francisco El Hombre, 2016.


“Que um homem não te define. Sua casa não te define. Sua carne não te define. Você é seu próprio lar”. Na música “Triste, louca ou má”, a cantora e compositora Juliana Strassacapa da banda “Francisco, el hombre” expressa sua inquietação diante dos enquadramentos sociais aos quais as mulheres estão submetidas e das formas como são classificadas quando decidem rompê-los.


Dica da Miri: escute duas vezes. Ou três. E não se esqueça, menina: "Você é seu próprio lar."


Agora é a citação... (Vai ter Simone de Beauvoir, Miri? Vai sim!)


3. Simone de Beauvoir – filósofa francesa.

“Querer ser livre é também querer livres os outros.”

4. Virginia Woolf, escritora britânica. (LEIA! Maravilhosa!)

É muito mais difícil matar um fantasma do que matar uma realidade.

5. Victor Hugo, escritor francês.

"A primeira igualdade é a justiça."


Pense na aula, nos materiais analisados e não deixe de produzir seu texto. Ah, claro, não deixe de PENSAR, REFLETIR e OPINAR sobre tema (na vida e na redação)!


Beijinho da Miri! Inté!






Material organizado pela professora Miriane Dayrell, Colégio Nacional






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